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Casei, e agora?!

Como evitar as brigas comuns no início do casamento?
Conheço uma história antiga e muito sábia que me fez refletir muito sobre relacionamento conjugal.

Ela conta que, certo dia, um casal havia sido convidado a participar de um jantar. Enquanto dirigiam-se ao local onde seria realizado o jantar, conversavam agradavelmente no carro. Falavam sobre a noite linda, sobre suas expectativas em relação ao jantar e sobre o quanto estavam felizes.
Depois de certo tempo, perceberam que estavam demorando demais para chegar, pois erraram o caminho. Ela ficou preocupada, achando que se atrasariam e sugeriu que ele fizesse um trajeto que ela conhecia e que os faria chegar um pouco mais rápido.

Ele respondeu que sabia de outro caminho e que este sim os levaria mais rápido ao local do jantar. Ela insistiu que ele fosse pelo caminho que ela sugeriu, mas ao perceber que estavam a ponto de discutir, o que poderia atrapalhar a noite e o jantar, ela simplesmente concordou com ele e o deixou seguir pelo seu caminho.
Ele seguiu, mas percebeu que a esposa tinha razão e perguntou-lhe:

“Se você sabia que tinha razão quanto ao caminho mais curto, porque não insistiu um pouco mais para que eu fosse por ele?”

Ela docemente respondeu:

“Entre ter razão e ser feliz, eu escolho ser feliz!”

Esta pequena história me faz pensar que muitas vezes falta paciência em nossos relacionamentos. Me fez pensar que muitas vezes discutimos, brigamos, ficamos de cara amarrada e sem falar com nosso companheiro (a) por coisas tão pequenas que poderiam ser evitadas com um bom diálogo e até mesmo boas risadas.

Por incrível que pareça, estas “briguinhas” podem se intensificar justamente entre casais recém casados. Sabe aquele velho ditado popular que diz “só conhecemos de verdade uma pessoa quando vivemos com ela embaixo do mesmo teto”? Pois é. É a mais pura verdade! E é comum que isso aconteça, afinal, com o dia a dia o casal começa a conviver também com os costumes e tradições que seu companheiro (a) levou com ele (a). Aí começa a “junção” de duas culturas diferentes, o que pode causar estranhamentos e até discussões. Já vi casais brigando por coisas do tipo:

“Eu já não falei pra você apertar a pasta de dente na ponta? Por que você insiste em apertar no meio???”

“Você sempre deixa a cortina do banheiro aberta! Custa fechar quando termina o banho??”

“Foi você quem quis ter cachorro, então porque não cuida dele sozinho??”

“Quando tirar a comida, não se esqueça de tampar as panelas!!!”

“Este porta retrato é para ficar deste lado da estante, e não daquele! Entendeu??”

E olha, engana-se quem pensa que estas frases são todas femininas. As reclamações podem vir de ambos os lados: esposas e esposos!

Sim, minhas amigas e amigos, a verdade é que a lua-de-mel pode se transformar em “lua-de-fel” se não tomarmos alguns cuidados! Mas não fiquem assustados, é por isso que estamos aqui para darmos algumas dicas! Confiram:

- Segundo a psicologia, inconscientemente, homens e mulheres costumam procurar no parceiro a imagem do seu próprio pai ou mãe. Seu esposo não é e nunca será como seu pai, assim como sua esposa não é e nunca será como sua mãe. Portanto, tome cuidado para não fazer comparações ou comentários que possam magoar seu companheiro (a).

- Hoje em dia é comum homens e mulheres dividirem as despesas da casa e as atividades domésticas. Mas homens e mulheres têm habilidades diferentes. Não exija demais nem se irrite se seu companheiro (a) não fizer algo tão bem quanto você. Respeite as diferenças.

- Se você está chateado por algo, não suponha que seu companheiro (a) saiba o motivo sem que você tenha falado a ele (a). Se ele (a) te perguntar o que está acontecendo, evite responder: “Não é nada!” ou “Você sabe por que estou assim”. Se ele (a) está perguntando é por que não sabe e quer ajudar. Veja nisso a oportunidade de dialogar e expressar seus sentimentos. Se ele (a) não quiser falar nada, não se sinta rejeitado (a) por isso. Respeite o espaço do outro. Diga apenas “se quiser conversar, estou aqui”.

- Você conhece aquele ditado que diz “quando os problemas financeiros entram pela porta, o amor pula pela janela”? Pois é, problema financeiro realmente é um grande vilão de casais e muitos divórcios já aconteceram por causa disso. Para este mal, sugiro a leitura de um livro muito bom: Casais inteligentes enriquecem juntos, do escritor Gustavo Cerbasi.



Mesmo sendo de forma generalizada, esperamos sinceramente que estas dicas ajudem em seu relacionamento. Mas lembre-se do conselho mais importante para que qualquer relacionamento seja feliz e duradouro: ame verdadeiramente seu companheiro (a) e ame a Deus.

Felicidades!

Rita Martins Cerimonialista

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